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Iconha cidade economicamente agrícola, até 1930 produzia grande quantidade de café arábica que era exportado pelo Porto de Piúma. Com a crise do café ocorrida em 1929, surgiram atividades econômicas intermediárias como o arroz e o feijão. Em 1950 chega ao município um produto que caracteriza a economia ganhando projeção nacional, “A BANANA”. O café continuou sendo cultivado em menor escala. Como a economia está sempre voltada para a lei da oferta e da procura, a banana no município de Iconha, entre os anos de 1980 e 1990 enfrenta a crise da desvalorização do preço, tendo como agravante a doença nos bananais (o mal do panamá). O café volta a ganhar destaque na economia permanecendo com alto cultivo e valor econômico. A economia impulsiona o desenvolvimento e vice-versa. A partir da década de 1990 o município ganha outras fontes geradoras de recursos. A existência da BR 101, que corta o município, oportunizou a comercialização de autopeças para atender a grande demanda no setor de transportes fazendo com que Iconha ocupe o segundo lugar, no Brasil, em número de caminhões por habitantes, o que vem impulsionando o crescimento do comércio local. O vasto crescimento da economia oportunizou o surgimento de inúmeros caminhoneiros autônomos e a criação de várias transportadoras, algumas de destaque nacional, desencadeando também a Festa dos Caminhoneiros (grande encontro de negócios) que acontece na segunda semana de Julho. Com o crescimento do setor automotivo surgiu a necessidade de buscar suportes para melhor atender aos envolvidos nesse ramo, sendo assim, nasce as associações ASCAMES e ASTRAC e a cooperativa COOPATRIA ,com seus objetivos específicos para atender a demanda das transportadoras e dos caminhoneiros autônomos. |
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